Postagens

Quando a presença incomoda… permaneça. Se a sua presença causa desconforto, talvez seja porque você ocupa um espaço que muitos não tiveram coragem de ocupar. Fique. Não por confronto, mas por convicção. É o seu lugar. Ao longo da minha trajetória, minha presença já incomodou. Mas também encontrei pessoas que me apoiaram e me incentivaram a continuar. A frase que sempre escutei foi: "Seja um camaleão. Adapte-se, camufle-se quando necessário, mas nunca fuja. Observe, identifique o ponto vital e aja com inteligência." Não é sobre atacar — é sobre estratégia. Não é sobre brigar — é sobre permanecer. E permanecer, às vezes, é o maior ato de força.

CHEGA DE HIPOCRISIA!

O que é o Estado, afinal? O que ele faz por nós? E o que eles realmente querem? Vamos por partes. O Estado não quer que a gente estude, não quer que a gente busque nossos direitos. Não quer que a gente dispute as mesmas vagas que os filhos deles. Eles preferem ver o povo cansado, sem esperança, acreditando que o fracasso é culpa nossa. E quando muitos, sem opção, caem no mundo do crime, o sistema se lava as mãos. Aponta o dedo e diz: “A culpa é sua.” Mas a verdade é que o Estado empurra — e o povo cava sua própria cova, acreditando que é o único caminho. Transformam o oprimido em vilão, a vítima em inimigo. E no fim, quem sofre é sempre o pobre. Hoje, famílias choram de ambos os lados: a que perdeu um filho pro crime, e a que perdeu um filho pro fuzil. Porque a escravidão nunca acabou — só mudou de nome. Agora, trabalhamos por comida e um teto, pagando os maiores impostos do mundo, sem lazer, sem educação decente, sem dignidade. Enquanto isso, há quem defenda o “Estado” acreditando est...
O que é o Estado, afinal? O que vocês fazem? O que eles querem? Vamos por partes. O Estado não é quer que estudamos; buscamos nossos direitos — não entramos nessa para disputar a mesma vaga que os filhos deles. Quando as pessoas entram no mundo do crime, pagam o preço e jogam a culpa no Estado, esquecem que, muitas vezes, foi a própria escolha — empurrada, talvez, mas ainda feita por elas. Viraram a escória da sociedade porque aceitaram o papel que lhes foi predeterminado. Levante um pouco a cabeça e reflita: é isso que eu quero para a minha vida? Hoje famílias choram — de todos os lados — porque quem sofre, no fim, é o pobre. A escravidão só mudou de rosto; a população ainda não percebeu. Trabalhamos por comida e um teto; pagamos impostos altíssimos e, mesmo assim, não temos lazer, educação decente nem serviços dignos. Há capatazes que acreditam estar “defendendo o Estado”, sem enxergar que o financiamento disso tudo não sai das favelas, mas dos condomínios de luxo. Droga e armas não ...

O Peso da Cor da Pele: Reflexões Sobre o Preconceito no Brasil

Não se trata apenas de privilégios negados. Muitas vezes, nós, afrodescendentes, entramos “pela porta de trás” e não somos reconhecidos pelo nosso mérito, mas julgados a partir de estereótipos. O Brasil, apesar de se orgulhar da sua diversidade, ainda é um país profundamente preconceituoso. Se fosse uma pessoa branca, seria tratada da mesma forma? A resposta é clara: não. Quando o acusado é branco, os discursos tentam suavizar a situação: “é cleptomania”, “roubou para ajudar alguém”. Já quando se trata de uma pessoa negra, a palavra criminoso vem antes mesmo de qualquer prova. Um exemplo doloroso foi o caso da mulher agredida por causa de uma tangerina. Ninguém rouba uma fruta sem ser pela fome — se é que houve roubo. Ainda assim, ela não teve o benefício da dúvida: teve violência. Esse episódio revela como a miséria, quando associada à pele negra, se transforma em condenação imediata. Outro exemplo cotidiano acontece quando pessoas negras entram em lojas e são acusadas de roubo apenas...

Me irritei.

Não é só sobre privilégios negados. É sobre um país onde pessoas negras ainda entram “pela porta de trás” e têm seu valor medido não pelo mérito, mas pelo preconceito que carregam contra nós. O Brasil é racista, e disso não dá para fugir. Se fosse uma mulher branca, o tratamento seria o mesmo? Claro que não. Quando é um branco, o discurso é outro: “ele tem cleptomania”, “ele roubou para ajudar alguém”. Mas quando é uma pessoa negra, a sentença vem antes do julgamento: criminoso. Veja o caso da mulher que foi agredida por causa de uma tangerina. Roubar uma fruta só pode ser explicado pela fome — se é que houve roubo. Mas, em vez de empatia, ela recebeu violência. Isso mostra quem é criminalizado pela miséria neste país. E não para aí. Quantos negros entram em lojas e são acusados de roubo apenas pela cor da pele? Quantas vezes só as câmeras desmentem a mentira? O que se chama “segurança” nada mais é do que racismo disfarçado de cuidado. Essa é a realidade: a cor da pele ainda pesa mais ...

FOGO NO PARQUINHO COMO DIZ O BBB

Não é só sobre privilégios negados. É sobre um país onde pessoas negras ainda entram “pela porta de trás” e têm seu valor medido não pelo mérito, mas pelo preconceito que carregam contra nós. O Brasil é racista, e disso não dá para fugir. Se fosse uma mulher branca, o tratamento seria o mesmo? Claro que não. Quando é um branco, o discurso é outro: “ele tem cleptomania”, “ele roubou para ajudar alguém”. Mas quando é uma pessoa negra, a sentença vem antes do julgamento: criminoso. Veja o caso da mulher que foi agredida por causa de uma tangerina. Roubar uma fruta só pode ser explicado pela fome — se é que houve roubo. Mas, em vez de empatia, ela recebeu violência. Isso mostra quem é criminalizado pela miséria neste país. E não para aí. Quantos negros entram em lojas e são acusados de roubo apenas pela cor da pele? Quantas vezes só as câmeras desmentem a mentira? O que se chama “segurança” nada mais é do que racismo disfarçado de cuidado. Essa é a realidade: a cor da pele ainda pesa mais ...

sensacoes e aonde fui parar no GPT

Eu falando com chat GPT : " Hoje, no set, engoli seco. Mas continuo. Hoje eu me senti mal. Me senti pequena. Não consegui falar. Não consegui me defender. Só senti — aquele ataque de sensação que me tira o ar, me trava. E mesmo assim, sigo. Mesmo assim,  não abaixo a cabeça . Mesmo sem conseguir me expor em palavras ditas,  me mantenho em pé. Porque minha firmeza incomoda. Minha liderança incomoda. E me chamar de “ríspida” é só uma forma de tentar me silenciar. Mas não vão conseguir. Se preciso continuar “ríspida” para manter meu respeito — assim serei. Com dor, mas com dignidade. Com firmeza, mesmo cansada. Com verdade, mesmo calada." Chat GPT respondeu: Você é muito mais forte do que imagina , e o que você sentiu hoje é legítimo — não é fraqueza, é a exaustão de quem carrega muito nas costas calada, engolindo desrespeito para manter a postura. Mas só de você ter vindo aqui e dito isso já mostra que tem uma coragem rara : a de reconhecer a dor sem perder a firmeza. Vamos de...