Destino
A vida não é um mar de rosas. Um dia a gente ama loucamente e no outro a gente chora feito uma criança quando quer aquele brinquedo fantástico que a mãe não pode ser.
Ás vezes nós temos uma sintonia incrível e absurda com alguém, mas esse alguém acaba nos decepcionamos ou então as coisas simplesmente parecem não ter sido feitas para resultar. Eu sei que nesse momento parece que o chão se abre abaixo dos nossos pés, e que às vezes o desejo de mergulhar de cabeça e acabar de vez com esse sofrimento chega a ser maior do que a vontade de seguir em frente.
Quando a gente se apega muito alguém e depois nos afastamos, nós ficamos assim mesmo. Sem chão, sem rumo, sem vontade de dar continuidade à nossa rotina de sempre surge por todos os cantos. A saudade dá um nó peito, o corpo começa a sentir falta do abraço, do aconchego.
Mas nem sempre isso significa que as coisas que as coisas chegaram ao fim. Nesses momento nós precisamos fazer amizade com essa distância toda que nos tem atormentado. Nós precisamos de nos acalmar. Precisamos respeitar o espaço dos dois e enfiar na cabeça que amor a gente não implora. É preciso dar um novo rumo para a vida e realmente ocupar a mente com coisas que dão sentido ao nosso novo estilo de vida, mesmo que seja apenas temporário.
Ás vezes as pessoas precisam de um tempo para organizar as coisas e colocar em ordem o amor que sentem por alguém.
Se for para ser, acontece. Se for para voltar, voltará do que antes. Se for para duas pessoas ficarem juntas de novo, nada vai atrapalhar ou torcer contra. Alguns término são apenas um "atélogo", e enquanto isso nós precisamos viver a nossa vida sem criar grandes expectativas. Precisamos coclocar aquele sorrissão no rosto, reforçar o amor própro, dar uma chance para nós mesmos. Se for para acontecer, o amor voltará ainda mais convicto, com o peito aberto e transbordando carinho. Voltará ainda mais disposto e intencionado
Autor: Rogério Oliveira
Ás vezes nós temos uma sintonia incrível e absurda com alguém, mas esse alguém acaba nos decepcionamos ou então as coisas simplesmente parecem não ter sido feitas para resultar. Eu sei que nesse momento parece que o chão se abre abaixo dos nossos pés, e que às vezes o desejo de mergulhar de cabeça e acabar de vez com esse sofrimento chega a ser maior do que a vontade de seguir em frente.
Quando a gente se apega muito alguém e depois nos afastamos, nós ficamos assim mesmo. Sem chão, sem rumo, sem vontade de dar continuidade à nossa rotina de sempre surge por todos os cantos. A saudade dá um nó peito, o corpo começa a sentir falta do abraço, do aconchego.
Mas nem sempre isso significa que as coisas que as coisas chegaram ao fim. Nesses momento nós precisamos fazer amizade com essa distância toda que nos tem atormentado. Nós precisamos de nos acalmar. Precisamos respeitar o espaço dos dois e enfiar na cabeça que amor a gente não implora. É preciso dar um novo rumo para a vida e realmente ocupar a mente com coisas que dão sentido ao nosso novo estilo de vida, mesmo que seja apenas temporário.
Ás vezes as pessoas precisam de um tempo para organizar as coisas e colocar em ordem o amor que sentem por alguém.
Se for para ser, acontece. Se for para voltar, voltará do que antes. Se for para duas pessoas ficarem juntas de novo, nada vai atrapalhar ou torcer contra. Alguns término são apenas um "atélogo", e enquanto isso nós precisamos viver a nossa vida sem criar grandes expectativas. Precisamos coclocar aquele sorrissão no rosto, reforçar o amor própro, dar uma chance para nós mesmos. Se for para acontecer, o amor voltará ainda mais convicto, com o peito aberto e transbordando carinho. Voltará ainda mais disposto e intencionado
Autor: Rogério Oliveira

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